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Nome popular: Espada
Nome científico: Xiphophorus
Helleri
Família: Poeciliidae
Origem: América Central
(Sul do México), Guatemala e Honduras
Alimentação: Tubifex, pulga
d´agua, alimentos secos e vegetais (espinafre cozido e alface
crua)
PH da água: 7,0
DH: 8
Iluminação:
8 horas
diárias
Temperatura da água: entre 22 a 27º
Tamanho:
10 cm
Índole: pacífico
Descrição: a curiosidade já
começa com o seu nome científico, pois em grego o nome Xiphophorus,
significa portador de espadas. No entanto este nome não se deve, como
muitos acreditam, 'a cauda do macho, que possui um prolongamento inferior
com a forma de uma espada. Mas sim ao formato do gonopódio, seu órgão
copulador, que é sustentado por uma dobra de pele em forma de bainha. Este
peixe é imbatível em popularidade. Quase todo mundo já conhece, já viu ou
já criou um deles. A distinção do sexo é fácil, o macho tem um raio
inferior na cauda, que lembra a lamina de uma espada, a fêmea tem a cauda
em forma de leque, e também é maior que o macho e tem a coloração menos
intensa. No cativeiro o macho pode atingir 8 cm e a fêmea 10 cm.
Podem viver de 2 a 3 anos, porém são sensíveis ao frio e
doenças. É bom que se mantenha o aquário tampado, pois o
Espada é um excelente saltador.
Reprodução:
O Espada se
reproduz através de fecundação interna (cópula). Os alevinos já nascem com
a forma adulta, só que menores, este fato a sua procriação é bem fácil. A
reprodução em aquários, permitiu se obter uma variedade bastante
diversificada tais como: Espada Negro, o vermelho sangue, o Albino, o
Wagtail (de nadadeiras pretas), o Tuxedo (com manchas negras por todo o
corpo) e diversos outros tipos, que além da diversificação da cor, possuem
a cauda em forma de lira ou véu. É fácil saber quando a fêmea engravidou,
pois quando isto ocorre, ela apresenta uma grande mancha negra na base do
oviduto. Também um pouco antes de nascerem podemos ver os olhos dos
alevinos através da fina parede abdominal. A fêmea depois de grávida, dará
cria em 40 dias, em torno de 50 a 100 alevinos. Apos o parto, os alevinos
irão se refugiar, para escaparem de serem devorados pelos pais. Se houver
qualquer problema com a fêmea, e ela vir a morrer próxima ao parto, ainda
assim é possível salvar os alevinos. Para isto utilize uma gilete ou um
bisturi (não esquecer de esteriliza-los muito bem) , faça uma incisão no
ventre da fêmea, extraindo os ovos. No caso também da fêmea tiver algum
problema ao expelir os filhotes (as vezes um dos filhotes pode estar em
posição errada dentro do corpo da mãe, e ela não consegue dar a luz),
usa-se o seguinte expediente, com uma redinha de captura, faça ela se
movimentar , perseguindo-a. Se mesmo assim ela não conseguir, pegue-a e
comprima levemente seu ventre e o problema será resolvido.
Curiosidades:
alguns aquáristas e
cientistas, já observaram o fenômeno da mudança de sexo na fêmea do
Espada. Certas fêmeas depois de algum tempo de vida, os ovários para de
funcionar, a nadadeira anal se transforma em gonopódio e a cauda começa a
desenvolver a famosa espada masculina. No entanto esta teoria é rejeitada
por alguns estudiosos, visto que o macho leva muito tempo para atingir a
maturidade e desenvolver as características sexuais secundárias. Neste
período antes do desenvolvimento o macho tem o corpo roliço como as fêmeas
adultas, resultando para este grupo de estudiosos essa teoria enganosa de
"mudança de sexo".
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