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Nome popular: ABELHINHA
Nome científico: Brachygobius Xanthozona
Família: Gobiidae
Origem: Sumatra,
Oceania, Bornéu
Alimentação: Tubifex,
artemias e alimentos floculados
PH da água: 6,8
Iluminação: 10 horas dia
Temperatura da água: entre 24 a 30º
Tamanho: 5
cm
Indole: pacífico
Descrição: Abelhinha , não se
iluda com tanta simpatia e beleza referente a este peixe, pois como o
apelido que lhe deram, e lhe caiu muito bem, o mesmo é uma abelha,
extremamente territorialista e bastante mau-humorado, se qualquer
indivíduo invadir o seu território que trate de se defender ou fugir, pois
o abelhinha irá ataca-lo como uma fera. Este peixe em cativeiro atinge 4,5
cm, tem o corpo amarelo com listras pretas. A temperatura da água deve ser
de 24º a 30º C. Gosta de aquário bem plantado, com bastante verde, escolha
plantas que se adaptem a água salobra, ligeiramente ácida (com Ph de 6,8
), como Criptocoryne sp. No fundo coloque pedras, formando uma gruta, para
o abelhinha se refugiar, descansar e melhorar o seu quase sempre
mau-humor, com isto evitaremos brigas e confusões no aquário. O aquário
deve ter luz suave (use lâmpada Grow-lux) por umas dez horas
diárias. O Abelhinha convive
bem em aquários comunitários, desde que com espécies que não sejam também
territorialistas como ele, por exemplo o Paulistinha e Molinésia, para
citar alguns, pois os mesmos suportam o seu mau-humor, apesar de levarem
umas mordiscadas quando invadem seu território. A alimentação
deverá ser variada, composta de alimentos vivos (tubifex e
artemias) e floculados, duas vezes ao dia em pequenas porções (deve ser consumido
dentro de uns 5 minutos no máximo). O abelhinha tem uma
outra característica, pois costuma se grudar nos vidros e pedras do
aquário, isto graças a um engenho proporcionado pela nadadeira pélvica e a
região ventral do corpo que formam um disco adesivo, como se fosse uma
ventosa (veja foto abaixo).
Reprodução: O Abelhinha ao
iniciar o acasalamento, deve ser colocado ( o casal) em um aquário
separado, com a temperatura em torno de 26º C, Ph neutro e com a água não
ultrapassando os 15 cm. Coloque um vaso invertido e com o orifício de
drenagem largo, para facilitar a entrada e saída do casal. A fêmea irá
desovar em média 200 óvulos dentro do vidro, os quais imediatamente
o macho irá nadar em volta dos mesmos fecundando-os. Apos 48 horas, deverá
ocorrer a eclosão das larvas. Não devemos nos esquecer de retirar a fêmea
logo apos a postura dos óvulos, pois ela representa um perigo para os ovos
e alevinos. O macho se encarrega dos cuidados com os óvulos , larvas e
alevinos, levando-os para o seu primeiro passeio. Os alevinos ao nascerem
se alimentarão do saco vitelino até o 5º dia, apos este período, devemos
oferecer aos mesmos náuplios de artemia.
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