CIÊNCIA    E    TECNOLOGIA

Foi só a partir da metade do século 19, com
as pesquisa do fisiologista francês François
Magendie, que a
farmacologia, a ciência dos
remédios, se desenvolveu. Até então, os
médicos costumavam receitar coisas
estranhas como urina de égua grávida,
pó de asa de morcego dissolvido em
extrato de mandrágora colhida na lua cheia
e por aí afora. Havia doentes que
conseguiam sobreviver.

O valor da ciência na investigação de crimes foi demonstrado pelo médico inglês Bernard Spilsbury. Em 1910, provou que o cadáver mutilado de uma mulher, envenenada
com arsênico, era o de Belle Crippen.
O marido alegava que ela o abandonara e fugira com um amante. A identificação foi possível graças à cicatriz em um pequeno
retalho de pele da barriga.
Belle fora operada alguns anos antes.


A garrafa térmica foi criada no século 19,
pelo inglês James Dewar. Ele não pretendia
manter o café quentinho, mas apenas conservar
soluções no laboratório. Dewar nunca patenteou
a invenção, mas um fabricante de vidros,
o alemão Reinhold Burger diminuiu o tamanho
da garrafa e enriqueceu, ao lançá-la para uso
doméstico, em 1903.

Foi o brasileiro César Lattes quem conseguiu provar a existência do "méson pi", partícula atômica descoberta através de cálculos matemáticos, pelo japonês Hideki Yukawa. Lattes fotografou o "méson pi" nos raios cósmicos, abundantes na atmosfera rarefeita das grandes altitudes, no alto do Monte Chacaltaya, Bolívia.


Você achava que os pneus de aviões eram enchidos com ar, como os de nossos automóvies? Pois saiba que não.
O gás usado para isso na aviação é o nitrogênio, pois seu volume não se altera com as variações de temperatura. Dado importante já que as aeronaves estão sujeitas a temperaturas que
vão de 50 graus negativos, quando voam,
a 80 positivos, quando pousam,
devido ao atrito das rodas na pista.

Neste tempo de mercantilismo, vale o
exemplo de Pierre e Marie Curie, que em
1902 descobriram o
radium. Pierre e Marie
poderiam ter requerido a patente para
produzir o novo metal e se tornar
milionários. Recusaram, argumentando
que seria contra o espírito científico.
Nem mesmo quando receberam o Nobel
de Física, em 1903, permitiram-se vida mais confortável. Dividiram o prêmio com amigos.


 palavra dinossauro foi usada pela primeira
vez pelo anatomista e paleontologista
britânico Richard Owen (1804-1892).
Após a descoberta no sul da Inglaterra de
fósseis de répteis gigantes, chamados de Megalosaurus, Iguanodon e Hylaeosaurus, Owens resolveu batizar o grupo, e em 1841 chamou-os de dinosauria, que significa
"lagartos terríveis".

Os computadores atuais já têm endereço certo: os museus. Os circuitos integrados serão substituídos por moléculas que reproduzem a estrutura genética de um organismo vivo. Os primeiros protótipos dos novos computadores já estão funcionando em centros de pesquisas norte-americanos. Realizam operações matemáticas com a velocidade do pensamento.


A Alemanha inaugura, em 2004, o Transrápido 07, trem que anda a 500 quilômetros por hora.
Não possui rodas nem trafega sobre trilhos.
Um poderoso sistema de eletroímãs o
levanta a um centímetro de altura para que
flutue sobre pilares de cimento.
Por não sofrer atrito, desenvolve alta
velocidade sem ruído ou trepidação.

Heinrinch Hertz, o cientista alemão que
descobriu a propagação através das ondas eletromagnéticas e propiciou o advento
da radiofonia, morreu na miséria. Idealista, 
não quis ou não soube enriquecer com sua descoberta. Quando morreu, morava em
um casebre e seu sepultamento foi
custeado por uma subscrição popular.


Corda é utensílio fabricado pelo homem desde a Idade da Pedra. A corda é um dos utensílios mais antigos fabricados pelo homem. Em restos da Idade da Pedra, foram encontrados cordas feitas de fibras torcidas e reforçadas com um material resinoso. Os egípcios já as fabricavam de algodão, cerca de três mil anos antes da Era Cristã. Sem cordas, não poderiam ter construído as pirâmides.

Quantos planetas o homem conhece? Astrônomos europeus encontraram evidências de oito novos planetas orbitando estrelas distantes, que se encontram há 140 anos-luz da Terra (cerca de 1,3 quatrilhão de km). Desde o descobrimento do primeiro planeta fora do sistema solar, em 1995, os astrônomos já encontraram um total de 43 corpos celestes na órbita de outras estrelas.


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